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Pelas
frestas da minha janela,
Vento que
venta,
Em música
insólita,
Ambiguidades sopram por ela.
Sopro que
é choro e espanta
Dores
universais são realidades
Sopro que
canta e encanta.
Alegria
existe.
Poesias
se fazem necessárias.
Pelas
frestas da minha janela,
Raios de
luz que entra,
E em arco
iris se retrata,
Diversidades revelam.
Desvenda a dança no ar, poeiras,
Partícula
de cinzas, Mortes...
Mas
também luz,
em gotas
de orvalho resplandecentes,
Apontam
vida, Floridas floreiras.
Pelas
frestas da minha janela,
Vento
chora e canta!
Raios de
luz assusta e encanta!
Razão em
dispersão
e
coração em sentinela...
Githana...
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